Nenhum nome entra com desconto. Se a mesma frase não sairia sobre o outro lado, não sai.
Não damos a notícia. Damos a leitura que a notícia não dá.
Todo texto defende alguma coisa, e diz o que defende já no primeiro parágrafo.
O editorial é a voz da casa. Coluna e ensaio são do autor, com nome, rosto e o rótulo “opinião do autor”.
Criticar uma pessoa é legítimo quando há alvo claro, motivo declarado e análise no fato. Xingamento solto, não.
Em orçamento, dado ou série histórica, o número aparece. Em moral e costume, quem decide é o argumento.
A mesma régua para governo e oposição, para o aliado e para o adversário.
O erro é corrigido no próprio texto, com data, e registrado publicamente.
Quem é citado ou discorda responde, com o mesmo destaque.