Cada colunista ocupa um território e assina o que escreve. A revista começa enxuta e cresce com nome e tese, nunca com número vazio.
Editor e fundador da Mundus Audacium. Responde pela linha editorial e pela direção de arte da revista — e pela régua que vale para todos os textos, sem exceção.
Escreve sobre política nacionalista. Defende o que acredita com a mesma régua que cobra dos outros — inclusive do próprio lado. Autor da coluna de estreia, “Prato Gótico”.